terça-feira, 21 de outubro de 2008

MEMORIAL - 2.7 Outras atividades

2.7 Outras atividades

Sempre paralela à minha função de professor, até mesmo, quando não a tinha, tive outras atividades que me mantivessem ocupado durante o dia e, muitas vezes, à noite, também. Desde o término da fase de criança, que meus pais souberam respeitar muito, até hoje, passei por vários trabalhos. Durante a juventude tive uns para ganhar algum dinheiro, como: engraxando sapatos, frentista de posto de gasolina, trabalhos escolares e baterista de carnaval; e outros por simples prazeres, como: trabalhos escolares para os amigos, músico mirim da banda de música, aprendiz de alfaiate, envernizador de móveis na fábrica de móveis da família, ajudante de pintor para com meu mano e o que, na época, considerava o máximo: ser boiadeiro. No primeiro convite, lá estava eu montado em meu cavalo, de nome Furamundo, tangendo o gado, no maior prazer, se sentindo como um daqueles cowboys de cinema, que teve sua interrupção ao iniciar os estudos.
Na fase seguinte, após conclusão do ensino médio, passei a trabalhar com carteira assinada e na mesma progressão iniciando a carreira de músico, que me trouxe, passando por vários estados, até chegar ao estado do Amazonas, precisamente na cidade de Eirunepé, onde, por não ter conhecimento, ou melhor, por não ter conhecido, obriguei-me ao trabalho braçal de servente de pedreiro, e depois, já mais conhecido, assumi a gerência de uma oficina mecânica, motorista e, não faltando na banda nos finais de semana, que veio ser deixado ao chegar na cidade de Itamarati. Aqui não pude e nem posso reclamar de trabalho. Já trabalhei em vários órgãos da Prefeitura, por disposição, quando mesmo gerenciava um Clube de Festa por mais de 5 anos, ensinava computação e teclado, sem contar os serviços não remunerados como: membro de comissão de licitação por mais de 15 anos; membro do Conselho Municipal de Educação e, nas eleições, desde 1990, sempre fui convocado para ser presidente das mesas receptoras de votos. Que bom! Como diz o ditado: Melhor reclamar de muito serviço do que da falta dele.

Nenhum comentário: